quarta-feira, 13 de junho de 2018

Expressões idiomáticas

«Falar pelos cotovelos»
Quer dizer: Falar muito.

As expressões idiomáticas atribuem um sentido diferente do habitual às palavras que as constituem. As mesmas brincam com o sentido das palavras e enriquecem a nossa língua.
Conhecer o significado destas expressões permite-nos conhecer melhor o nosso património oral, bem como compreender os diferentes contextos em que são aplicadas.

Existem imensas expressões idiomáticas portuguesas.
Ficam aqui alguns exemplos que já explorámos e os seus significados.

«Comprar gato por lebre»  -  Ser enganado.

«Ter o rei na barriga»  -  Achar-se superior.

«Andar numa roda viva»  -   Andar muito atarefado.

«Dar o braço a torcer»   -    Dar razão a alguém.

«Estar com a cabeça na lua»   -    Estar distraído.

«Cortar na casaca»   -   Falar mal de alguém.

«Dar com o nariz na porta»   -   Encontrar um sítio fechado.

«Ferver em pouca água»    -    Irritar-se com muita facilidade.



«Arregaçar as mangas»  -  Preparar-se para fazer alguma coisa com energia, dedicação, vontade.



Bora lá «arregaçar as mangas» e descobrir mais expressões idiomáticas?
Pesquisa na Internet, pergunta aos teus pais e aos teus avós. Os teus avós devem saber muitas!

Escreve-as nos comentários.   😉



segunda-feira, 11 de junho de 2018

Histórias a partir das obras de Miró - A menina medrosa


 

A Alícia, a Catarina e a Nicole inventaram uma história a partir deste quadro de Miró.



Depois de a corrigirmos e de a melhorarmos, ficou assim:




A menina medrosa

      Era uma vez uma menina chamada Mariana que encontrou uma minhoca.
      - Mãe! Mãe! Mãe! Encontrei uma minhoca muito grande ! - disse a Mariana.
      - Eu vou ver. Fica aqui em casa. - respondeu a mãe.
      A mãe foi ver e disse: 
      - Filha, podes sair dai. É só uma minhoca inofensiva.
      Entretanto, a Mariana foi brincar e viu um pássaro grande. Como teve muito medo, foi a correr para casa avisar o pai.
      - Pai! Pai! Pai! Vi um pássaro muito grande e assustador!
      - Mariana, fica atrás de mim que eu vou ver o pássaro gigante que tu viste. – respondeu-lhe o pai.
      O pai foi lá fora ver o que se passava e voltou para casa.
      - Não é nada! É só um pássaro a fazer um ninho. Ele não é assim tão gigante!
      Passado um bocado, ela voltou para o jardim e encontrou a sua avó,  que era muito chata. As duas ficaram espantadas com o que viram! Elas viram um monstro, por isso começaram a correr até casa. A avó gritou muito assustada: 
      - Está ali um monstro! Não fiquem aqui especados! Vão matar o monstro!
      - Nós vamos lá para fora.  - disseram os pais.
      - Não! Não! Não me matem! Eu só quero brincar com vocês. - disse o monstro.
      A mãe chamou a Mariana e a avó e disse-lhes que o monstro não lhes queria fazer mal.
      O pai acrescentou: 
      - O monstro só quer brincar com vocês!
       A Mariana e a avó perceberam que o monstro não era maldoso e só queria brincar. Então decidiram conhecer o novo amigo.
      A avó disse:
      - Mariana, vai buscar o rádio para dançarmos.
      E a mãe acrescentou:
      - Podemos também beber chá.
      E fizeram uma grande festa!
      A partir desse dia, a Mariana deixou de ter medo de tudo e ficou amiga do monstro para sempre.

Vitória, Vitória, acabou-se a história.








sábado, 9 de junho de 2018

Histórias a partir das obras de Miró - «A festa dos monstros»


A partir desta obra de Miró, a Maya e o Simão criaram uma história intitulada «A festa dos monstros».

Depois de a corrigirmos e de a melhorarmos, ficou assim:


A festa dos monstros

Era uma vez um grupo de amigos monstros que estavam a fazer uma festa e a dançar. Um mosquito, que também tinha sido convidado, picou o Monstro da Máscara na perna. Ele ficou muito triste. Então a borboleta Jack foi ajudá-lo. Abanou as asas para lhe aliviar a dor.
Depois, o monstro chamado Louco foi tocar viola para animá-los. Todos começaram a dançar à grande, mas o Monstro da Máscara não podia dançar, porque ainda lhe doía a perna. O Monstro Vermelho, que usava chapéu, desceu pela sua teia de monstro, porque também queria dançar.
O mosquito estava a gozar com o Monstro da Máscara, porque ele não podia dançar. O monstro ficou muito irritado e acabou por dar-lhe uma bofetada na cara! O mosquito ficou a chorar no chão. Os outros monstros foram ter com ele e disseram-lhe que ele não devia ter picado e gozado com o Monstro da Máscara, porque ele não lhe tinha feito nada.
O mosquito foi ter com ele e pediu-lhe desculpa. O Monstro da Máscara desculpou-o e ficaram amigos.
Todos os monstros ficaram felizes e começaram a dançar à volta do Monstro da Máscara e do mosquito.
          No fim da festa, todos disseram que tinha sido a melhor festa de sempre!

Fim









Histórias a partir das obras de Miró - «O menino da manta»




A partir desta obra de Miró, o Nuno e o Dinis inventaram a história «O menino da manta».

Depois de a corrigirmos e de a melhorarmos, ficou assim:


O MENINO DA MANTA

Numa noite, o João coseu a sua manta mágica, que lhe dava super poderes, porque ela estava rasgada. Ele coseu tanto, tanto, tanto e tanto que acabou por adormecer agarrado à manta.  
O céu estava cheio de estrelas.
Enquanto ele dormia, sonhou e viveu uma aventura. Nessa aventura, ele lutou com um monstro invisível.
Quando ele acordou era um super-herói. Ele conseguia ficar invisível!



Histórias a partir das obras de Miró - «A menina»



A partir desta obra de Miró, a Laura e a Maria criaram uma história intitulada «A menina».


Depois de a corrigirmos e de a melhorarmos, ficou assim:


A menina

Era uma vez, uma menina que se chamava Maria e que não era do nosso planeta. Ela só tinha um olho, uma orelha e não tinha nariz. Tinha duas pernas fofinhas e numa delas tinha uma coisa esquisita. Tinha um cabelo estranho, nos ouvidos tinha muitos cabelos e tinha um pescoço fininho.
 Ela todas as noites brincava com a sua bola vermelha.
Numa noite, o céu estava estrelado, mas já estava a ficar tarde e ela já estava com fome. Por isso, foi para casa comer minhocas fritas. Depois de comer, foi para a sua caminha confortável e sonhou com um monstro fofinho que queria  brincar com ela. Ela disse que também queria brincar com ele e ficaram amigos no sonho.
Às 9h30min do dia a seguir, despertou o relógio para ela ir para as aulas. Vestiu-se muito depressa e lá foi para a escola aprender muitas coisas. Disse à mãe que gostava de aprender coisas novas. No fim da escola, foi ao parque brincar e teve uma tarde fantástica! A seguir, foi para casa comer, foi para a sua  cama e sonhou outra vez com o monstro. O monstro perguntou-lhe novamente:
- Queres brincar comigo?
Ela disse que sim.
Sempre que sonhava com o monstro queria brincar com ele a apanhar a bola vermelha. Ela sonhava com ele todas as noites.
E acabou a história.









Histórias a partir das obras de Miró - «O Daniel e o Bobi»



A partir desta obra de Miró, a Luana e o Max criaram a história «O Daniel e o Bobi». 

Depois de a melhorarmos ficou assim:


O Daniel e o Bobi

     Numa noite muito escura, um rapazinho chamado Daniel,  encontrou um cão. Ele gostou tanto do cão que decidiu ficar com ele. O Daniel pensou num nome para o seu cão.
     - Já sei o nome que te vou dar! O teu nome vai ser Bobi.
     O Daniel levou o cão para sua casa e a vida dele passou a ser fantástica!
     O menino gostava muito de brincar com o Bobi, por isso decidiu ficar com ele para sempre.










quinta-feira, 7 de junho de 2018

Histórias a partir das obras de Miró - «O Roubo»




A partir desta obra de Miró, 

o Rodrigo e do Santiago escreveram uma história e deram-lhe o título «O Roubo».



                                                                  O Roubo

     No planeta Apocalipse havia várias criaturas estranhas. Havia um bando de amigos que eram: um Boneco de Neve feito de estrelas, uma lua a preto e branco e o líder que era o Coração Capitão.
     Num dia, às 04:30 da manhã, um bando de ladrões rebeldes tentou assaltar a casa dos nossos amigos. Quando eles tentaram arrombar a porta com o pé de cabra, o líder do bando acordou com o estrondo e foi avisar os outros. Assim que os viu disse:
     - Olha, olha! Os nossos velhos inimigos! Vamos chamar a polícia.
     Quando os polícias chegaram, repararam que eram os bandidos mais conhecidos de todo o planeta, pois já tinham sobrevivido a mais de 25 fugas e 30 assaltos. Os polícias chamaram os S.W.A.T. e quando estes chegaram capturaram-nos. Desta vez foram detidos e condenados à pena de morte.
     Para celebrarem a captura dos ladrões, todos abriram uma enorme garrafa de champanhe e fizeram uma grande festa!
FIM








sexta-feira, 25 de maio de 2018

Escrever um texto narrativo

O texto narrativo está escrito em prosa e organiza-se em parágrafos.
Apresenta personagens, localizando-as no espaço (onde) e no tempo (quando).
É através do texto narrativo que se podem narrar (contar) histórias imaginadas ou acontecimentos reais.
Tem a seguinte estrutura:  introduçãodesenvolvimento e conclusão.

Na narrativa têm que constar os seguintes elementos:
 

QUEM?



 Quem? - Quem são as personagens que participam na história?






QUANDO?


Quando?- Em que altura/tempo se passa a história?






ONDE?


  Onde? - Em que local/espaço se desenrola a história?






O QUÊ?

 O quê? - O que acontece na história? Qual é o enredo? Que situação ou problema surge na história?





COMO?
     

Como? - Como se desenvolve a história? De que forma se resolve o problema? Quem pode ajudar a solucionar o problema?






Desta vez, utilizámos o material «Criador de Histórias», para criarmos dois textos narrativos diferentes.

Como utilizar o criador de Histórias: Organizamos os cartões de acordo com os elementos da narrativa. Viramos os cartões para baixo. Retiramos um de cada, aleatoriamente. Depois inventamos uma história, respeitando a estrutura (introdução, desenvolvimento, conclusão). No fim, escolhemos um título adequado.


Os cartões que retirámos à sorte, na sala, foram estes...



O texto que criámos a partir deles foi o seguinte:

«A visita ao Castelo das Quatro Torres

     Num dia de inverno, a banda TOP resolveu ir explorar o Castelo das Quatro Torres, que era muito misterioso e que se situava na montanha mais alta do país.
     Mas eles não foram os primeiros a chegar! Já lá estava um cientista maluco!
    A banda Top encontrou o cientista e descobriu que ele estava a preparar uma poção muito poderosa para destruir o castelo.
     O cientista, ao perceber que eles tinham descoberto o seu plano maléfico, lançou-lhes uma poção e eles ficaram dentro de uma bolha, de onde não conseguiam sair.
     O Super-Homem, com os seus poderes, percebeu que a banda TOP estava em perigo e veio rapidamente salvá-los. Fez explodir a poção e rebentou a bolha. Depois, congelou o cientista, pegou nele e, com toda a sua força, lançou-o para o espaço, onde ficou a pairar para sempre.
     A banda TOP agradeceu ao Super-Homem e convidou-o para ir visitar o castelo com eles.
     No fim, o Super-Homem foi salvar outras pessoas e a banda TOP voltou para casa com muito entusiasmo por ter vivido aquela aventura!»




Os cartões que retirámos na Turma + foram estes...



O texto que criámos a partir deles foi o seguinte:

«O sonho secreto do Nuno

      O Nuno, um motociclista com vários prémios ganhos de várias competições, tinha um sonho secreto.
     Todas as noites sonhava em pegar na sua mota e viajar até ao espaço.
     Certo dia, num dos seus passeios, ele encontrou um telemóvel perdido num banco. Ele apanhou o telemóvel e viu que existia uma mensagem num código estranho.
     Ele lembrou-se que o seu amigo José, que era piloto de avião e sabia várias línguas, o poderia ajudar a decifrar a estranha mensagem.
     No dia seguinte, combinou encontrar-se com o seu amigo no parque e mostrou-lhe a mensagem.
     Depois de várias tentativas, conseguiram decifrar a mensagem e souberam que a mesma tinha a direção espacial para o planeta Smartie...»


As nossas histórias ficaram muito giras!

«Bora» lá escrever mais!
😉